O que é esta ferramenta?
O SVG é um formato vetorial — formas descritas matematicamente, infinitamente escaláveis, ideais para logótipos e ícones. No entanto, muitos locais não o aceitam: documentos do Word, a maioria das plataformas sociais, clientes de e-mail e inúmeros formulários de envio de arquivos exigem imagens em pixels. A conversão (rasterização) transforma o arquivo vetorial num PNG ou JPG com um tamanho específico.
Como os vetores não têm uma resolução fixa, é o utilizador que escolhe a largura de saída — e, uma vez que a fonte é matemática, uma exportação de 2048 px tem exatamente a mesma nitidez que uma de 256 px. A saída em PNG preserva o fundo transparente do SVG; o JPG preenche-o com branco.
Por que usar?
- Qualquer resolução a partir de uma única fonte: desde um favicon de 256 px até um recurso de impressão de 2048 px, tudo com precisão ao nível do pixel.
- O arquivo PNG mantém a transparência — os logótipos podem ser colocados em qualquer fundo.
- Resolve em segundos as rejeições de upload com a mensagem «SVG não suportado».
- Conversão em lote, processamento local, sem necessidade de envio.
- Processa arquivos SVG sem largura/altura explícitas, lendo o seu viewBox.
Como usar
- Arraste os arquivos .svg para a caixa ou clique para selecionar.
- Escolha uma largura de saída — A opção «Auto» utiliza o tamanho declarado pelo próprio SVG.
- Escolha PNG (mantém a transparência) ou JPG (fundo branco).
- Descarregue cada imagem renderizada; as dimensões são indicadas em cada arquivo.
Exemplo
Entrada
logo.svg — 4 KB vectorResultado
logo.png — 1024×1024, transparent background, crisp at every pixelUma única fonte vetorial produz imagens rasterizadas com precisão ao nível do pixel, em qualquer tamanho que desejar.
Casos de utilização comuns
- Inserir o logótipo de uma empresa (normalmente fornecido em formato SVG por um designer) num documento do Word ou do PowerPoint que não suporta a incorporação de arquivos SVG.
- Gerar ícones de aplicações ou favicons em todos os tamanhos de píxeis necessários (16, 32, 180, 512 px) a partir de um arquivo SVG principal.
- Anexar um ícone a uma assinatura de e-mail, uma vez que a maioria dos clientes de e-mail apenas exibe imagens rasterizadas.
- Carregar imagens numa plataforma de redes sociais ou num sistema de gestão de conteúdos (CMS) que rejeita arquivos SVG como medida de segurança no carregamento.
Por que é que existem restrições ao envio de arquivos SVG, para começar?
Muitas plataformas bloqueiam especificamente o envio de arquivos SVG por motivos de segurança, e não por descuido: como o SVG é baseado em XML e pode, tecnicamente, incorporar JavaScript, um arquivo SVG malicioso pode servir de vetor para a injeção de scripts se a plataforma o renderizar sem ser previamente sanitizado. A rasterização de um SVG para PNG ou JPG elimina tudo o que não sejam dados de píxeis, o que é uma das razões pelas quais esta conversão é frequentemente necessária e não apenas conveniente — a plataforma de destino não consegue, de facto, aceitar o formato vetorial com segurança, independentemente de o seu SVG específico ser inofensivo.
Como funciona, na prática, a independência da resolução
Um arquivo SVG não armazena pixels de todo — armazena definições matemáticas de percursos («traçar uma linha deste ponto até aquele ponto», «preencher esta curva com esta cor») e uma viewBox que define o espaço de coordenadas em que esses percursos se inserem. Quando o rasteriza, o motor de renderização do navegador recalcula todas as curvas e preenchimentos nas dimensões de píxeis que solicitar, a partir do zero, todas as vezes. Isso é fundamentalmente diferente de redimensionar uma imagem rasterizada existente (um JPG ou PNG), em que ampliar significa inventar píxeis que nunca existiram e que, inevitavelmente, ficam desfocados — um SVG renderizado a 4000 px é exatamente tão nítido quanto um renderizado a 100 px, porque ambos são calculados de novo a partir da mesma matemática exata, e não esticados a partir de uma fonte mais pequena.
Perguntas frequentes
Que resolução devo escolher para a exportação?
Escolha o tamanho maior que vai utilizar e acrescente ainda um pouco mais: 512 px cobre a maioria das utilizações de logótipos na Web, 1024 px ou mais para telas Retina e apresentações, e 2048 px para impressão. Ao contrário do que acontece com o aumento da resolução de fotografias, exportar arquivos SVG em tamanhos grandes não compromete a nitidez.
Por que é que o meu arquivo SVG aparece em branco ou com erros?
Normalmente, as referências externas — SVGs que apontam para imagens, tipos de letra ou CSS externos — não conseguem carregar esses elementos dentro da área de segurança do navegador. Os SVGs com conteúdo incorporado (inline) convertem-se sem problemas. O texto também pode deslocar-se se utilizar um tipo de letra que não esteja instalado no seu sistema.
Formato de saída PNG ou JPG — qual devo escolher?
PNG quase sempre: os logótipos e ícones precisam de transparência e contornos nítidos, que o formato PNG preserva e o JPG prejudica. Opte pelo JPG apenas quando o destino o exigir expressamente ou quando o SVG for uma ilustração com aspeto fotográfico.
Posso converter um arquivo PNG de volta para SVG aqui?
Não — essa é uma tarefa fundamentalmente diferente (traçar píxeis para formar formas) que, na melhor das hipóteses, produz aproximações. Esta ferramenta converte de vetorial para raster, o que é exato.
O meu arquivo SVG já foi carregado para conversão?
Não. O navegador renderiza o SVG numa tela local e codifica o PNG/JPG no seu dispositivo. Não é transmitido nada.